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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

02.10.20

O novo normal

Lila
Agora estamos todos vestidos com roupas confortáveis nas reuniões da empresa. Eu tenho que confessar que me custa ver os meus lindos vestidos pendurados no armário, sem uso. Passei o verão sem calçar umas sandálias de salto alto. O ponto positivo é que não gasto dinheiro em roupas para trabalhar, que tinham sempre que ser mais formais. Nos últimos meses investi em belíssimas leggings. Caras mas absolutamente confortáveis. Que é ultimamente o meu único requisito no (...)
04.09.20

O trabalho é uma actividade, não um lugar.

Lila
Depois de meses de teletrabalho, as empresas começam a entender que os funcionários são tanto ou mais produtivos trabalhando desde casa. A ideia de oito horas por dia a trabalhar desde um escritório, é uma ideia completamente ultrapassada. Eu, para além das minhas viagens, trabalho desde casa há alguns anos. A um ritmo alucinante. E a gestão do trabalho e da vida familiar e pessoal faz-se muito melhor, só pelo facto de se eliminar da equação, horas no transito. Espero que os (...)
01.07.20

Formações

Lila
Amanhã à tarde vou dar duas formações. Ou melhor, vou repetir a mesma formação em dois idiomas, para duas equipas distintas, num total de 71 pessoas. O dia de hoje, vai ser outra vez, passado a estudar. Não faço mais nada e o Covid tem-nos dado mesmo cabo dos neurónios...
01.07.20

Sempre a aprender

Lila
Segunda e terça feira, as 8h da manhã, já estava dentro do laboratório de imunologia do Hospital Garcia de Orta. Equipada com toda a parafernália que já nos começa a parecer normal. Esta formação foi sofrida, andei a estudar uns 10 dias, inclusive no fim de semana que passámos fora. Imprimi o manual de 300 paginas do equipamento e estudei tudo o que pude para ir o melhor preparada possível. Sem ter possibilidade de viajar, a minha especialista não podia vir. Tive que ser eu a (...)
18.06.20

Workaholic

Lila
Sabem quando se trabalha tanto que, chegado o serão, depois do jantar em família, e de se ter estado o dia inteiro num frenesim gigante, se decide não enviar nem um email mais e sentimos culpa por isso? Estou nessa fase.  Já passei por isto há uns anos, ainda o meu marido trabalhava em Portugal. Zangava-se tanto comigo que acabei, pouco a pouco, por terminar o trabalho ás 18h e não continuar ate ao dia seguinte. O meu marido trabalha na Alemanha e tem um ritmo de trabalho (...)
17.06.20

Escritorio

Lila
Vou lá poucas vezes, agora. Há uns anos ia muito, passava lá bastante tempo e convivia muito com os colegas. Vamos sair do escritório actual e mudar para outro, mais pequeno. Temos actualmente apenas 3 pessoas em permanência no escritório de Lisboa. Não se justifica a imensidão de espaço que temos. Ontem fui lá arrumar as minhas tralhas da secretaria e de dois armários. Deitei quase tudo fora. Dossiers, manuais, artigos. Esta tudo disponível na internet. Aproveitei e (...)
03.06.20

Mudei de estrategia

Lila
As minhas insónias só surgiram depois dos 40. Antes, nunca tinha tido problemas para dormir. Com os acontecimentos recentes, a situação ficou dramática. Passo noites inteiras sem pregar olho. A minha amiga Susana ate já me receitou comprimidos para dormir e nem eles me fazem grande coisa. E não tomo todos os dias porque tenho medo de ficar viciada. Antes, depois de uma noite em claro, a noite seguinte era mais normal, porque estava esgotada. Agora, a nova moda é repetir o padrão (...)
16.05.20

Não me digam nada

Lila
Que eu devia estar a chegar a Atenas hoje, primeiro para uns dias de lua de mel com o meu mais que tudo e depois para um congresso internacional que adoro. Ambos cancelados. Porra para isto tudo.
13.05.20

Nova normalidade

Lila
Hoje já me senti menos sufocada. Mas também deve ter sido porque usei uma mascara P2, mais segura, mas menos insuportável. Daqui a uns anos vamos todas rir muito à conta desta fotografia. Dos tempos estranhos em que vivíamos uma pandemia. Vamos rir à gargalhada destas figuras que fazemos agora. Espero.
04.05.20

De volta

Lila
Amanhã já estou de volta aos hospitais. Estou mais do que farta desta quarentena, mais do que farta de trabalhar em casa a 100% há mais de dois meses, mas ao mesmo tempo, tenho um friozinho na barriga.