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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

28.11.13

Thanks giving


Lila

 

Agradecer.

Ter tempo para dizer obrigado às pessoas que fazem a minha vida mais simples, mais bonita, mais feliz.

Agradecer o facto de ter saúde.

De ter trabalho, de poder dizer que gosto muito do que faço e das pessoas que partilham comigo essa paixão, fazendo verdadeiramente parte da minha "M" team.

Agradecer não passar privações.

Agradecer a minha formação pessoal e académica, das quais muito me orgulho.

Agradecer poder dar-me ao luxo de viver neste pais de sol maravilhoso, onde não existem cataclismos, nem guerras, nem violência extrema.

Agradecer ter ao meu lado o homem que escolhi para a vida, companheiro de dias felizes e menos felizes.

Agradecer continuar apaixonada por ele, tantos anos depois.

Agradecer que ele ainda me surpreenda, depois de tanto tempo, com presentes fora das datas especiais, só porque sim.

Agradecer o filho lindo e doce, saudável e forte, de carácter firme e personalidade alegre.

Agradecer poder cheirá-lo atrás das orelhas, o único local onde ainda cheira a bebé.

Agradecer ele ainda deixar que eu o cheire.

Agradecer as minhas irmãs, as minhas pessoas "radiantes", aquelas para quem posso ligar a qualquer hora, só para dizer parvoíces e que são a minha verdadeira família.

Agradecer o meu pai, e agradecer principalmente o facto de estar a desfrutar do seu amor, do seu cuidado, do seu carisma, depois de ter sido privada de tudo isso durante tantos longos anos.

Agradecer ser parecida com ele em tantas coisas, reconhecer-me na forma como fala, como vive.

Agradecer ser o avô perfeito para o meu filho.

Agradecer a minha mãe, a educação que me deu, o seu carinho, a sua dedicação. (Saudades, tantas, tantas do teu colo!)

Agradecer os meus sobrinhos, aos que já conheço, os que já vivem na minha vida e aos que estão para vir, amor muito parecido ao que se tem por um filho, o primeiro amor fraternal que conheci.

Agradecer ter podido conviver com a minha titi, agradecer os seus beijos repenicados de velhota tão querida, agradecer as suas conversas,  que me fazem tanta falta.

Agradecer ter um primo que eu adoro (e que  sei que também me adora) e de quem me orgulho tanto.

Agradecer os poucos verdadeiros amigos que tenho, os que aturam o meu mau humor e rabugice, as minhas gargalhadas muito barulhentas, a minha falta de tempo.

Agradecer a família que tenho,  que não se junta todos os dias, mas que está lá, que se preocupa, que se gosta, mesmo quando passam muitos meses sem haver um telefonema.

Agradecer a minha sogra, a avó especial que é, sempre atenta, sempre disponível.

Agradecer os almoços com as amigas, a falar de coisas de gajas, que mais ninguèm entende.

Agradecer os pequenos almoços na cama ao fim de semana.

Agradecer existir sushi, "salmorejos" bolo rainha e batidos de fruta.

E velas e chás, pijamas quentinhos, vestidos e malas.

 

Hoje é dia de agradecer.

 

 

 

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