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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

23.01.11

Pronto. Já está.


Lila

Apesar do frio e da desmotivação (desta vez nenhum dos candidatos me chegou ao coração, pelo contrário...), lá fui á procura do meu local de voto e exerci o meu direito.

É que durante anos eu votava na minha junta de freguesia, do local onde nasci, mas agora com o cartão do cidadão, somos obrigados a votar na área de residência.

Eu embirrei com isso solenemente, e nas ultimas eleições não votei.

Desta vez, o meu sentido de dever falou mais alto e lá fui á procura do local para por a cruz.

Ainda por cima é mesmo nas traseiras da minha casa, não tinha desculpa.

Á saída, grita o meu filho, a quem fui explicando o que íamos fazer,enquanto nos dirigíamos para lá:

"-Então mamã, o teu ganhou?!

-Pois, olha, só logo é que sabemos.

-Dá na televisão o teu voto?

-Dá pois.

Quando olhar para a percentagem, o meu está lá."

É essa a maravilha deste direito.