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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

26.12.18

Primos


Lila

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Quando o meu filho era pequeno e a pressão que as pessoas faziam para ter um segundo filho era  maior do que a que fazem ainda hoje (wtf, estou a beira dos 44 anos...) ele respondia sempre: "não preciso de um irmão, tenho os meus primos". Não havia ninguém que não dissesse que tinha sido eu a ensinar a frase ao miúdo. E não fui. Era ele que o sentia assim. Na realidade, este amor imenso que sente pelos filhos das minhas irmãs é algo único. Nunca discutem, dão-se super bem, e têm sempre tema de conversa. Ate a pequenina, sendo um mel, é adorada por todos e faz parte das Tertulias. E depois há o meu sobrinho Pedro, que é o super herói do primo desde sempre. E a prima Ângela, por quem tem uma veneração. Gosto muito de os ver juntos e sinto que afinal, não fui assim tão egoísta ao decidir ter só um filho. Ele tem companhia, a dos primos, a dos amigos. O meu filho sabe ser um bom primo, um bom neto, um bom filho, um bom amigo. Só não sabe ser irmão. Bem sei que não é a mesma coisa, mas é melhor um amor assim, sem igual, do que nenhum. E os primos dão bem conta do recado no que ao amor diz respeito.

26.12.18

Estou casada outra vez


Lila

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Bem, na verdade nunca deixei de estar, mas estive 3 anos sem usar aliança. O meu esposo perdeu a dele a andar de mota e eu decidi que não usaria aliança sozinha. Nunca pensei que tardasse 3 anos em decidir comprar outra. Neste caso comprou outras, porque apesar de eu ainda ter a minha, tive direito a uma nova, que é ate mais bonita. Foram preciso 3 anos a  choramingar  para o convencer. Talvez alguém perceba, talvez não, mas para mim, é mesmo muito importante. Não consigo explicar, mas é. Nem para ter o meu filho eu tirei a minha aliança de casada, e tive-a ali, no dedo durante 15 anos. É um símbolo, não passa disso, mas é um símbolo muito importante para mim. E pode parecer impossível, mas fui muito mais assediada nas minhas viagens, desde que passei ao estado de "sem aliança". E eu fico muito desconfortável com isso. Agora falta leva-las ao padre Graça, para voltar a benze-las. E eu passei o dia de ontem a assegurar-me de que ainda estava lá no dedo. Já não estava habituada. 

26.12.18

Natal


Lila

Como sempre, dividimos as celebrações entre a minha família e a do Afonso. Nos juntamo-nos a 24 com as minhas irmãs e pai, e almoçamos com a minha sogra e cunhados a 25. Este ano tivemos que ir ao Algarve fazer esse almoço e estamos um bocado moídos. Não gosto de lá ir neste dia porque deitamo-nos muito tarde a 24 e depois abrimos as prendas a correr na manhã de 25 para ir fazer a viagem. Ainda assim fomos os primeiros a chegar...Correu tudo bem, e isso é que é preciso. Estava um dia lindo, o que ajudou bastante.

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Na noite de 24 divertimo-nos muito, como é costume sempre que as irmãs Saraiva se juntam. Fazemos a festa, atiramos os foguetes e ainda apanhamos as canas.

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E assim se passou mais um Natal. Andamos semanas a preparar as coisas e a comprar os presentes e depois passa tudo num fosforo.

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