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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

09.03.18

Os nervos à flor da pele


Lila

Os dias têm sido dificeis, Muito trabalho, muitas viagens, muita pressão. Esta coisa de ser mãe sozinha e ter cá o pai de 15 em 15 dias não facilita as coisas, principalmente quando se tem um filho adolescente que de vez em quando decide lembrar-me das maravilhas da idade. Havendo apenas um progenitor para atingir, o embate e maior. 

Eu lido mal com as respostas tortas do meu filho adolescente. Não me consegui convencer de que são normais, levo tudo a peito, fico magoada. E se não tenho com quem dividir a magoa, ainda custa mais. 

Depois tenho tido imenso trabalho. Dou comigo a fazer listas por cima de listas e adicionar outras listas de tarefas. Nunca acaba.

Ontem avariou o aspirador aqui de casa. A meio da limpeza semanal. Com a empregada cá. Mais uma merda chatice para resolver. No outro dia ia pegando fogo à casa com um aquecedor velhinho que se ligou sozinho depois de eu lhe ter dado uma cacetada e quase ter afocinhado num móvel. Queimei uma parte do soalho do escritório e tenho rapidamente que o substituir, embora não tendo tempo sequer para procurar alguém que mo venha fazer.

Olho para o chão e só me dá vontade de chorar.

Enfim, melhores dias virão. Esta chuva também deprime uma pessoa, caramba, nunca mais passa esta nuvem!!!

Bom fim de semana.

 

 

09.03.18

Desta semana


Lila

Dura. Mas ao mesmo tempo enternecedora. Já aqui disse muitas vezes que só há uma coisa que me leva a conseguir fazer viagens todas as semanas, com um esforço pessoal enorme.

Reconhecimento. 

A viagem até Catanzaro, do outro lado de Itália, ali, mesmo  no fundinho, foi longa e dura. Cheguei a um aeroporto que parecia saído de um filme italiano dos anos 50. Carros velhos, pessoas vestidas de forma antiga. Mas depois o trabalho no hospital correu lindamente, as pessoas foram encantadoras, ouviram-me com atenção, valorizam a minha opinião como expert, valorizam o esforço que faço para estar ali com eles. Á hora de almoço  organizaram um lanche com tudo e mais alguma coisa, tiraram fotos, ofereceram me um conjunto de serigrafias a preto e branco com paisagens da Cantábria. Fiquei mesmo tocada. É isto que me faz mover montanhas. As pessoas que vamos encontrando. Nenhum outro trabalho me daria este prazer. Ainda que haja dias em que me apetece mandar tudo as urtigas. Obrigada Catanzaro. A pouco e pouco, Itália vai-me ganhado o coração.

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09.03.18

Proud Mary


Lila

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Eu gosto desta postura de Bad ass que tem a Taraji P. Henson. Alias, gosto dela a fazer esse mesmo papel no Empire, como Cookie, se bem que na série não chega a nadar aos tiros a toda a gente (mas pouco falta). Tirando isso, o filme é fraquinho que doí. Mas eu sei que as minha neura passa com um filminho e enfie-me no cinema assim que pude. mesmo para ver a Cookie a matar os maus todos que lhe apareciam á frente.

09.03.18

Rosa


Lila

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No jantar com os clientes em Catanzaro, o nosso distribuidor comprou-nos uma rosa. Uma para cada uma das mulheres à mesa. Acho que foi a primeira vez que alguém me comprou uma rosa assim. Eu que sou de me emocionar e ando numa fase muito sensível, fiquei toda embevecida.