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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

24.02.15

Badajoz e Cáceres


Lila

Cidades destes dias.

Em Badajoz estou fartíssima de estar, mas em Cáceres, creio que é a primeira vez.

Por isso, daqui a pouco, vou passear à cidade antiga.

A colega que está comigo diz que é lindíssima.

 

23.02.15

54/365


Lila

Finais de semana

Confesso que me deixo levar muitas vezes pela euforia de que só no fim de semana é que é bom, só nas férias, só no verão...

Que erro.

Desde que começámos a ter o pai semanas inteiras fora, quando ele está, já é uma festa. O mesmo acontece comigo. Custa-me tanto viajar, que quando as semanas de trabalho são cá, já tudo me parece um sonho.

Relativizar é o segredo.

22.02.15

outros tempos


Lila

Quando eu era adolescente, a nossa rebeldia, minha e da minha irmã mais velha, era ficar toda a noite a ver os Óscares e ir para a escola no outro dia de manhã.

E estas sessões doidivanas repetiam-se na noite de Ano Novo a ver o show do Moulin Rouge e no Carnaval a ver as escolas de samba.

Grandas malucas.

22.02.15

Kingsman


Lila

Programa de final de tarde.

Um tudo nada violento, e ainda mais porque achámos que era giro para o nosso filho.

Já fizemos melhores escolhas.

 

22.02.15

Uma questão de hábito


Lila

Quando se começou a falar deste tema dos sacos de plástico, achei que ia enterrar metade do meu ordenado em sacos, de cada vez que fosse ao supermercado.

Mas é um facto que, em Dezembro, comprei vários daqueles sacos de compras resistentes e reutilizáveis, tenho-os no carro e em casa e de cada vez que vou à compras, lá saco dos sacos e lá vou eu.

Não me custou nada habituar-me e realmente, era uma estupidez esta coisa de gastarmos dezenas de sacos de plástico numa ida à compras.

O ambiente agradece.

22.02.15

The Grand Union Orchestra


Lila

Programa de ontem à noite.

O conceito desta orquestra, que está situada em Londres mas tem musicos de todo o mundo, é bastante interessante.

Eu não gostei do espectáculo, achei-o amador.

Mas foi um programa em família, que nos deixou a discutidor as opiniões e a falar sobre musica com o nosso mais pequeno musico.

Só por isso valeu a pena.

 

20.02.15

Diferente


Lila

Almoçar com mães de coleguinhas do meu filho, por coincidência de local,  e sentir-me a léguas de distancia delas.

Não ter nada, mas mesmo nada a ver, nem fisicamente, nem na forma de vestir, de pensar, de rir, de ver a vida, de avaliar os professores deles, ou a forma de os educar.

Parecem-me todas mais velhas, muito mais velhas do que eu.

Será que sou eu que tenho uma percepção errada de mim mesma?

Seja como for, note to self, na próxima sexta,quando acabar o trabalho e for buscar o meu filho, não fazer o almoço tardio no mesmo sitio.

Não foi divertido.