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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

26.01.15

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Lila

Devia poder haver dias em que não nos apetecendo fazer nada, não fazíamos absolutamente nada.

Assim como os dias em que podíamos dizer tudo o que nos vai na alma, sem haver consequencias.

Eu sonho com um dia assim no trabalho, há anos e anos!

25.01.15

O truque é não exigir demasiado


Lila

Tenho tanta coisa para preparar para a reunião de Malta, que sempre que olho para o computador, desanimo.

Quando chegámos a casa, vindos de um passeio maravilhoso na praia, decidi fazer apenas uma das 4 ou 5 tarefas que tenho para entregar até terça.

E consegui, em pouco tempo e sem grande esforço.

Menos uma.

A ver se amanhã me safo com o resto.

25.01.15

Hormonas, essas grandes filhas da p***.


Lila

Estamos fartas de saber disso.

A cada menstruação. Na gravidez e enquanto se está a amamentar.

Elas fazem rir e chorar descontroladamente.

Dão cabo do cabelo, das unhas, da pele, do amor próprio.

Agora, pouco a pouco, vejo-as tomar conta do meu filho.

Uns minutos por dia, as vezes uma hora.

Passa da criança adorável do costume, para um pré adolescente insuportável.

Na sexta ao final do dia,  fomos ao cinema todos juntos.

E no intervalo, cansado e com um ataque hormonal, foi mal educado connosco. Assim, do nada.

O pai, que é muito mais intransigente do que eu, não vai de modas e impõe um castigo que dura todo o fim de semana. Ele desata num pranto em pleno cinema, deseperado com a austeridade da medida, em fim de semana sem testes.

No dia seguinte, pede desculpa, diz que não sabe o que lhe deu.

Passou bem o sábado e hoje, enquanto fazíamos a viagem de carro até ao Carvalhal, onde almoçámos, já ia outra vez de trombas.

Depois de almoçar, o nosso filho reencarnou e passámos uma das tardes mais divertidas dos últimos tempos.

O que eu sei é que não vou reagir nada bem a estes assaltos das p**** das hormonas e ao mesmo tempo que desejo que tudo isto passe muito depressa, quero ter o meu bebé sempre assim, debaixo da minha asa.