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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

28.09.12

Os pés


Lila

 

Eu hoje fui fazer pés e mãos na minha Betinha, coisa que não dispenso.

Mas há uns dias comprei esta pequena maravilha da técnica, o Micropedi.

Fácil de usar, sem o perigo dos cortes tradicionais das laminas e deixa os pés com pele de bebé.

E se há coisa que eu adoro são pés macios.

 

28.09.12

É engraçado.


Lila

Sentei-me numa esplanada em Coimbra, num destes dias em que estive por lá, e estava a comentar com o meu colega colombiano ( o expoente máximo do homem estiloso, diga-se de passagem) que, se nos pomos a olhar para as pessoas nesta época, em que o tempo não está nem Outono, nem Verão, se não soubéssemos em que estação estávamos e quiséssemos saber pela roupa das pessoas, ficávamos na mesma sem perceber.

Nesta altura de transição, há pessoas de chinelos, de calções e de alças, outras de botas e casaco, e ainda outras num meio termo.

Acho muito engraçado, até porque eu própria detesto esta transição.

Nunca sei nem o que vestir, nem o que calçar.

28.09.12

O professor


Lila

Hoje tive que falar com ele e achei que era muito simpático e acessível.

Tenho fé que a coisa corra bem.

 

26.09.12

Que bom que é.


Lila

Ter companhia para malhar.

Depois de um dia de trabalho, fomos para o Parque do Choupal correr, eu o João e o Andres, nosso colega colombiano.

Eu, bicho solitario das caminhadas e corridas, fico tão feliz por ter companhia!

6km de corridinha para eliminar as calorias que estes dias de workshop em hotéis nos oferecem...

 

25.09.12

A nova professora do meu filho...


Lila

Afinal é um professor.

Foi colocado na sexta e esta semana, por iniciativa própria, está já na sala, para fazer a transição, já que a professora Prazeres termina a sua missão esta sexta.

Essa atitude já conquistou o meu coração.

Ontem tentei sacar pormenores ao meu filho, mas ele só me sabe dizer que o professor tem o nome do tio e que tem mais cabelo do que o papá.

Fiquei na mesma.

Hoje fui leva-lo à  escola e fiquei à coca, para ver se o via.

Chegou a professora Prazeres e nada de professor.

Fui perguntar à auxiliar que está à porta, para saber se já tinha entrado.

Não tinha.

E então fiquei por ali, a fingir que lia as ementas da semana.

E foi então que vi um rapaz, trinta e tal anos, apressado, a dirigir-se para a escola.

Só podia ser ele.

Sem filho pela mão, só podia ser professor.

E era.

A auxiliar torceu-se toda, para que eu percebesse o que já tinha percebido.

E depois remata "è tão simpático, a sério, está sempre a rir...".

Na verdade, tenho pena do pobre rapaz, porque trabalhar num ambiente de mulheres, sendo o único homem, deve ser absolutamente Fo****.

Pareceu-me modernaço.

Vamos ver como se sai a tentar educar os índios.