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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

27.11.11

Bebé


Lila

Ontem tivemos cá em casa um bebé nosso primo que entrou directamente para a  lista dos nossos bebé favoritos.

Uma doçura, muito simpático, sempre de sorriso rasgado, come bem, muito gorducho, daqueles rebenta braços como era o nosso naquela idade, enfim, um bebé á nossa moda.

Uma fofura.

26.11.11

STAD


Lila

 

Descobri!!!!!

É disto que eu sofro.

Fazia parte da ementa de um restaurante de sushi onde fomos ontem e descreve-me na perfeição.

 

25.11.11

Massagem a dois e compras no IKEA


Lila

Hoje a tarde foi perfeita.

Primeiro uma massagem a dois, para relaxar do stress da semana.

E depois um saltinho ao IKEA, o parque de diversões dos adultos, para umas compras necessárias.

A dois.

Sem andar incessantemente á procura de onde se enfiou o JA, no meio das camas, sofás e almofadas.

 

Muito bom.

24.11.11

Ranhosa


Lila

Estou doente há mais do que uma semana.

A constipação passou, mas agora a minha sinusite está no auge.

Ranho, ranho e mais ranho, com cores muito bonitas.

Hoje não posso tocar nem no nariz nem debaixo dos olhos.

Adivinham-se muitas dores de cabeça nas próximas horas.

 

(o frio de Paris e o aquecimento exagerado das casas, foram determinantes para o agravamento do meu estado...)

24.11.11

Para não esquecer...


Lila

"Mamã, tu és macia como uma gatinha, carinhosa como um beija-flor e independente como uma gaivota".

 

Fiquei para morrer.

E depois rebolei a rir quando o ouvi a perguntar baixinho:

"Mamã, o que é independente?"

 

O meu filho não existe.

21.11.11

As saudades (que eu não sabia que tinha)


Lila

Andei estes dias a ouvir o meu marido a suspirar com saudades de Paris.

A dizer que também queria vir, que eu é que tinha sorte.

E eu sempre a dizer que estava farta de Paris, que não me apetecia nada vir.

Mas mal cheguei e bati os olhos na Torre Eiffel, nas avenidas enfeitadas para o Natal, na Opera, nas montras das lojas...percebi que afinal, também eu estava cheia de saudades da cidade Luz.

E depois cheguei ao Hotel e o recepcionista foi muito simpático, o empregado do Starbucks ofereceu-me um cupcake (que eu não precisava de ter comido, cum catano, assim é difícil...) e fiquei rendida.

É que de Paris eu não gosto nem dos franceses nem do frances, mas assim, tenho que confessar que se está muito bem por aqui.