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Contos sem nó

As minhas histórias

Contos sem nó

As minhas histórias

23.01.11

Pronto. Já está.


Lila

Apesar do frio e da desmotivação (desta vez nenhum dos candidatos me chegou ao coração, pelo contrário...), lá fui á procura do meu local de voto e exerci o meu direito.

É que durante anos eu votava na minha junta de freguesia, do local onde nasci, mas agora com o cartão do cidadão, somos obrigados a votar na área de residência.

Eu embirrei com isso solenemente, e nas ultimas eleições não votei.

Desta vez, o meu sentido de dever falou mais alto e lá fui á procura do local para por a cruz.

Ainda por cima é mesmo nas traseiras da minha casa, não tinha desculpa.

Á saída, grita o meu filho, a quem fui explicando o que íamos fazer,enquanto nos dirigíamos para lá:

"-Então mamã, o teu ganhou?!

-Pois, olha, só logo é que sabemos.

-Dá na televisão o teu voto?

-Dá pois.

Quando olhar para a percentagem, o meu está lá."

É essa a maravilha deste direito.

 

 

22.01.11

MacDonalds


Lila

Hoje foi um dia histórico.

O meu homem lá foi no avião e ficámos sozinhos, eu e o meu becas.

Ele já sabe que mãe sozinha é mãe vulnerável a todo o tipo de pedidos e aproveita-se disso.

Passada meia hora já estávamos enfiados no MacDonals.

E pela primeira vez desde dia 23 de Setembro, entrou na minha boca um hambúrguer e algumas batatas fritas.

No final, cheguei á conclusão de que não tinha assim tantas saudades.

Seguiu-se uma voltinha pelo shopping e depois, para acamar o hambúrguer, lá fomos beber um Chai tea late.

O que é certo é que as coisas sem o nosso "papá" não tem a mesma graça.

Eu arriscaria a dizer que não tem mesmo graça nenhuma.

 

Saudades.

 

 

21.01.11

Termino uma semana a pensar já na outra


Lila

Esta semana foi terrivel em termos de trabalho.

Acho que não produzia tanto há muito tempo e é normal haver muito trabalho todos os dias.

Mas esta semana surgiam coisas chatas todos os dias, coisas difíceis de fazer, telefonemas chatos, terminar apresentações, prepará-las, revê-las, enfim. Monyanhas de problemas, montanhas de documentos para preparar, coisas com prazos de entrega apertados.

Tudo isso resultou numa brutal dor de cabeça que eu trouxe do trabalho na quarta, deitei-me e acordei com ela na quinta.

E só á base de Clonix é que a coisa se desvaneceu.

Este fim de semana o meu homem viaja para trabalhar e depois vou eu na segunda para fora, para regressar só na quarta. Andamos desencontrados todos estes dias.

Na terça faço a minha apresentação em espanhol para as 50 pessoas da reunião.

Nervos. Muitos nervos.

Hoje irritei-me profundamente com uma daquelas coisas que só me acontecem a mim, ingénua e crédula na boa fé das pessoas.

E isso também me cansou, e me desiludiu.

Adivinha-se um fim de semana difícil, porque eu amo de paixão o meu filho, mas vou passar dois dias inteirinhos dedicada a ele.

E só quem é mãe ou pai sabe, o que estes diabinhos podem cansar a mente de uma pessoa.

Principalmente quando não se pode dizer ao conjugue que o ature um bocadinho, enquanto tu dás uma voltinha ao bilhar grande.

 

 

20.01.11

Kimboio


Lila

Hoje fui ao Porto de Alfa Pendular.

É um conforto incrível, ligar o computador e trabalhar durante as 2h35 de viagem.

Tomar um chá a meio caminho.

Por os phones e ouvir musica.

Não ter que preocupar-se com o transito.

Fantástico.

Mesmo bom.

Só seria melhor se eu não tivesse enjoado a porra da viagem inteira, para lá e para cá.

Isto não me acontecia, raios.

Ou é da idade, ou então não sei.

Aquela coisa de ser pendular é um factor enjoativo, mas o pendular sempre foi pendular e eu não enjoava.

Será que agora vai mais depressa?

É que a dada altura eu vi que íamos a 230km por hora.

Sim, talvez seja disso.

 

19.01.11

Dieta: prós e contras


Lila

Os prós são imensos, nem consigo enumerar todos.

Os contras, bem, estou-me a lembrar de um.

Ontem de manhã quis vestir umas calças que adoro e as desgraçadas caiam-me pelo rabo abaixo...

Por essas e por outras é que 90% das vezes, visto vestidos...

19.01.11

A anedota


Lila

O que diz uma banana masoquista?

Macacos me mordam!

 

Contei ao meu filho ontem de manhã.

Mas tive que lhe explicar primeiro que masoquista é uma pessoa que faz mal a ela própria.

 

Á noite, diz-me ele assim:

Ó mamã, a banana que faz mal a ela própria é o quê?

Não me lembro...

 Contrabandista?