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Contos sem nó

As minhas histórias

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As minhas histórias

04.04.10

Do meu afilhado e do seu mano.


Lila

O meu afilhado continua uma coisinha fofa, ainda que agora já não lhe apeteça muito fazer serenatas á madrinha (buaaaa).

Ontem, não sei porque carga de água, o meu afilhado e o meu filho quase destruíram a casa da Tana. Corriam de um lado para o outro, com risco de espetarem um olho contra o canto de um móvel. Gritavam. Agarravam-se um ao outro como se fossem carraças.

Não sei mesmo o que lhes deu.

O meu marido também ajudou á festa e no meio da gritaria demos com os três na palhaçada como se tivessem todos 5 anos.

 

O meu Afonsinho pequenino está um petisco de morder.

Muito rechonchudo e fofo, tirei a barriga de misérias e passei o tempo todo que lá estive com ele ao colo, a encher-lhe as bochechas de beijos.

O coitado não estava a achar assim tanta graça, que isto de ser bebé e fofinho, não é pêra doce.

 

Enfim, amiga, os teus filhos estão uns docinhos.

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