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Contos sem nó

As minhas histórias

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31.10.09

Dias dificeis


Lila

Hoje o A. foi mergulhar e eu levantei-me a custo (ontem estive surpreendentemente desperta a ver filmes até de madrugada) para ir ao cemitério.

Expliquei ao meu filho que íamos visitar a avó Cármen e a partir desse momento seguiram-se as mil e quinhentas perguntas habituais sobre a minha mãe.

Lá fomos.

Deixei que fosse ele a escolher as flores e deixámo-las na campa da minha mãe.

O meu filho fez o caminho de regresso até á porta do cemitério a cantar e houve alguém que ao vê-lo, e ás lágrimas que me corriam pelo rosto, comentou " ao menos que alguém se sinta feliz...".

Era exactamente isso que eu estava a pensar naquele momento.

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